27 de out. de 2009

Não sabia o que queria, mas o que não queria...




Nunca soube o que eu queria ser profissionalmente.
Eita luta difícil essa!
Meu primeiro teste vocacional deu para todas as áreas... É isso mesmo, não deu nenhuma área definida. Só faltei endoidar...
Meu primeiro vestibular foi assim: numa faculdade fiz para Economia Doméstica, em outra para Pedagogia e em outra para Educação Física.
Passei em Economia Doméstica, e comecei a cursar. Era tudo muito interessante. Só que o curso era tempo integral. Absurdo! Ou seja, eu não podia trabalhar. Foi aí que eu tive que mudar tudo. Comecei a trabalhar e fiz outro vestibular para Análises de Sistemas (Noturno). Pois é... Não me perguntem onde eu estava com a minha cabeça quando comecei esse curso. Antes que eu começasse a endoidar de vez, mudei para Gestão de Empresas, pois também queria trabalhar no Itaú e tinha que ser nessa área.
Me formei! Em Gestão de Empresas! Pra quê? Até hoje não sei. Sim, claro sei que aprendi muito, mas detesto!
Desde a minha adolescência eu dizia que queria ser DONA DE CASA. Por sinal, na faculdade de Economia Doméstica peguei uma discussão com uma professora feminista, pois era inconcebível na mente dela, uma jovem pensar como eu!
Quando eu estava paquerando o Giovanni, falei isso para ele e graças a Deus, ele disse logo que concordava com os meus pensamentos! Ufa! É esse! Casamos e com 3 meses de casada passei a ser só Dona de Casa! Trabalho mais árduo do que eu imaginava! Mas ainda assim, eu sabia o que eu não queria para minha vida!
Engravidei!
O que eu não queria para minha vida era uma babá ou uma instituição cuidando do meu filho, enquanto eu iria sair para trabalhar. Eu queria fazer parte do desenvolvimento dele!
Foi aí que eu descobri: NUNCA QUIS SER DONA DE CASA, EU QUERIA ERA SER MÃE!
Isso são os MEUS PENSAMENTOS, não condeno quem faz ou decide diferente!
Tudo vai para a questão de PRIORIDADES NA VIDA. Só!
Quando umas priorizam a vida do lar e outras a profissional, todas terão consequências com sua escolha. Basta ver o que vale a pena escolher.
Eu tenho sim conseqüência em te decidido ficar em casa. Estou fora do mercado de trabalho a quase 5 anos. Vou ter que voltar a estudar quando quiser me recolocar. A competição aí fora, está cada vez pior e cada vez mais os profissionais estão mais preparados... E eu? To fora dessa competição. Quando eu quiser voltar, com certeza estarei em desvantagens!
Se eu decidisse pelo lado profissional, não poderia acompanhar o desenvolvimento dos filhos. Ensinar os princípios que eu creio. E o que quero que eles aprendam. O caráter da criança é formado até 5 ou 7 anos... Tenho pouquíssimo tempo. Quem é mãe sabe que o tempo voa!
Prioridades!
Cada uma sabe como consegue viver bem de acordo com o que decide e quer para sua vida. Cada uma sabe o seu limite, decisões e graus de importância.
Pra mim a vida profissional nunca foi minha prioridade, não que ela não exista nos meus planos ainda vou enfrentá-la, está chegando o momento, mas sem pressa.
A vida do lar pra mim, é sim uma questão de prioridade e realização.
Outra coisa, não adianta a mulher ficar em casa estressada pensando na realização profissional dela, e o contrário tb se aplica, cada mulher é diferente.
Dizem que quem é do LAR é desinformada, mas não é verdade, pode ser que ela não se informe daquilo que seja A VERDADEIRA INFORMAÇÃO para uma pessoa. Só fica desinformada se quiser. Ela vai se informar, quando tiver interesse, daquilo que ela tem interesse. Quem trabalha às vezes com finanças não vai ter interesse em ficar informado sobre medicina, psicologia ou biologia (sem generalizar). Tem gente que conheço que trabalha fora, tem vida profissional exemplar e é desinformada. E tem donas de casa que conheço que debatem POLÍTICA. Afe! Nunca serei uma dessas! Têm pessoas mais profundas, outras não. Trabalhando fora ou não. Depende tb do interesse da informação que se quer ter. Tem gente que trabalha fora e se informa apenas na sua área e é desinformada nas outras. E assim vai... Interesse, palavra chave.
Tem gente que acha que quem não trabalha fora, fica em casa sem fazer nada.
Ficar em casa sem fazer nada, só pra quem tem empregada, babá e não quer organizar sua casa ou cuidar dos filhos. Aí tb né? SER MADAME. Quem sabe? Mesmo assim, cuidaria dos filhos, amo essa parte!
Tenho amigas que deixaram de trabalhar para cuidar do filho, mas deixaram claro que só aguentam 1 ano, precisam voltar para o mercado pois estão frustradas e estressadas. Em casa, ficam resmungando de tudo para o marido e sem nenhuma paciência com o filho, é melhor sair mesmo de casa!
E vida do lar tem seus stress assim como qualquer trabalho. Tem dias que é um PORRE! Mas normalmente pra mim é realizador. No final da noite quando vou dormir e vejo os todos dormindo penso: “Fiz meu trabalho bem feito"... E ás vezes não tão bem feito, mas me esforcei.
É isso que me inspira diariamente.
O Giovanni sempre me apoiou com essa decisão de eu não trabalhar fora, claro sempre foi algo que quis, mas nunca foi tomada sozinha, ATÉ HOJE. E na situação de hoje de dificuldade. Eu me pago, se é que me entendem. Não acho um trabalho que me pague para valer a pena deixar meu filho numa creche, pois é cara e com babá eu não deixo. Então eu sou o dinheiro que a gente iria gastar com essa creche na qual ele não teria os ensinamentos e princípios eu quero que ele tenha!
Deu pra entender?
E outra, eu assumo mesmo, não dou conta de ter um trabalho e uma família. Viveria cansada, estressada e frustrada! Não conseguiria me dedicar aos dois com o mesmo empenho.
É isso... Cada uma sabe o chamado que tem!
E sou muito feliz com a minha decisão!
Um dia vcs ainda conhecerão o meu lado profissional!
Marina

19 de out. de 2009

Todo dia é dia de LIVRO!

Aqui em casa todo dia tem a hora da leitura!

Minha mãe disse que desde pequena eu sempre gostei de ler. Parei durante uma época, mas normalmente eu estou lendo algo. Minha mãe também sempre colocava disco na radiola (rsrsrsrs é o novo!) de histórinhas para a gente ouvir, por sinal nesse fim de semana, ela achou na internet, era da coleção DISQUINHO. Eu amava! Ainda hoje sei muitas falas da história da Chapeuzinho Vermelho decorada, rsrsrs...
Com o Guilherme desde de bebê eu começei o hábito da leitura. Sempre deixei ele pegar muito em livros, revistas. Na sonequinha da tarde e na hora de dormir a noite eu sempre contei histórinhas e li livros. Ele simplesmente AMA! Todos os dias ele me pede para contar uma história pra ele. E agora eu já peguei ele várias vezes contando historinhas para ele na cama. Lindo!
Com o Gustavo, começei um pouco mais tarde. Quer dizer, eu com ele né? Pois ele fica sozinho com livros, desde bebê tb no berço. Na hora da soneca de tarde, quando eu vou para a cama do Guilherme contar historinha para ele, eu coloco a Bíblia do Bebê com o Gustavo no berço e ele fica passando as páginas e vendo as figuras.
Na semana passada, começei algo novo na rotina! Nesse mesmo horário da tarde, eu estou colocando os dois na rede comigo, pego dois livros, um para o Guilherme e outro para o Gustavo, e conto as histórinhas. Os dois ficam bem quietinhos. O Guilherme fica quieto porque já tem o hábito mesmo, gosta e ja está grandinho e o Gustavo por que enquanto eu conto a história pego o dedinho dele e fico colocando na figura. Ele presta bem atenção. Depois os dois vão para os seus respectivos lugares dormir!

Na foto são os livros do Gustavo que o Guilherme ainda gosta. Mas para o Guilherme já tem que ser histórinhas mais bem elaboradas ou contos de fadas!

7 de out. de 2009

1 ano de Gustavo!















































Claro que é algo inesquecível a chegada de um filho.A diferença da chegada do Gustavo acho que já devo ter dito aqui, pois falo tanto nisso que nem sei mais se já escrevi, é que foi um parto mais emocionante. Eu não estava nada nervosa, só com uma ansiedade gostosa. E quando ele estava para sair dessa vez eu pedi para ver, e foi a cena mais emocionante da minha vida! Quando ele chorou eu já estava em prantos de alegria! Eu chorei muito, muito mesmo! Estava muito emocionada.
Um dia uma pessoa me perguntou sobre o amor do segundo filho. E eu acho que foi isso que fez eu ficar tão emocionada no segundo parto, pois eu já sabia que ia amar tanto ele, que o amor era tão grande, incondicional, que não tinha lágrimas que conseguisse ficar guardadas dentro de mim!
Ter o Gustavo foi algo muito novo.
Quando olho para esse primeiro ano que passou, vejo o cuidado de Deus na vidinha dele. No começo foi difícil a parte da alergia ao leite e chegou por muitas horas a ser desesperador para mim, e eu pensava que aquilo nunca ia passar, que ele nunca ia parar de chorar ou dormir uma noite inteira. Eu estava exausta!
PASSOU!
E ele foi crescendo, o desenvolvimento está perfeito!
Ganhou peso. Parou de chorar. É uma criança tranquila. Simpática. Um doce!
Só que ele não aprendeu a chorar, quando ele chora ele não chora ele GRITA! Vizinhos já vieram na minha casa para saber se eu precisava de ajuda! Pode? Só vcs vendo mesmo!
Um ano de Gustavo, um ano de alegrias e bençãos!
Ainda bem que o tempo passa... podemos ver assim o tempo de Deus para tudo, e como ele cuida da gente em cada detalhe!

Fotos da festinha feita pela minha mãe, ela fez toda a decoração!
Amei tudo!