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Foto 1: Guilherme com 6 meses
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Foto 1: Gustavo com 11 meses
No meu caso, eu realmente segui os pitacos da família. USE A CHUPETA!
E não me arrependo.
Pra falar a verdade com o Guilherme não tive nem tempo de pensar, com horas de nascido já tinham colocado a chupeta nele e eu nem vi, rs. Ele pegou muito rápido.
Eles dois foram muito diferentes em relação ao uso do "Bubú" = chupeta.
O Guilherme como já disse pegou no primeiro dia, já o Gustavo pegou com 5 meses (hahaha). E só pegou porque eu realmente estava muito decidida pelo uso do acessório, pois já vi muita gente desistir.
O Guilherme com 8 meses não quis mais. Simplesmente um dia a chupeta não entrou na boca dele de maneira alguma. Assumo que tive um certo desespero (exagerada!), pois me perguntava: "Como vou fazer quando ele for dormir? E se ele tiver uma crise de choro em público (culto, reuniões)?" Ainda bem que não tive problemas com ele. Foi tranquilo demais!
Com o Gustavo a diferença foi, ele começou a chupar apenas com 5 meses e com muita ajuda da "Santa Funchicórea".
E com 1 ano e 4 meses eu decidi tirar. O uso da chupeta para mim sempre foi ligado ao sono. Era hora de dormir, era hora de chupeta. Isso depois dos 3 primeiros meses, quando bebê já está sem cólicas. Com o Guilherme foi assim, chupeta só para dormir. Com o Gustavo usei mais depois do 5° mês, mas sempre na hora de dormir. Se eles caíssem eu não dava a chupeta para consolar, eu era o consolo. As exceções do uso do bubú, sem ser o soninho era em cultos ou reuniões formais, caso ele tivesse muito inquieto. Então, como criei essa disciplina do bubú = sono, eles nunca me pediram bubú em outra hora.
Para tirar a chupeta do Gustavo foi assim, como o meu parâmetro era o Guilherme, então de certa forma, era estranho pra mim ver o Gustavo com 1 ano e 4 meses ainda de chupeta, já que o Guilherme com 8 meses não quis mais.
E também, uma das coisas que me fez decidir que era hora de tirar, além dos dentes e dicção, foi que eu não queria passar pela hora da barganha, tipo: "Você deixa a chupeta e vai ganhar um presente." Não tenho (de verdade) nada contra quem faz e faz bem feito, mas eu não gosto desse sentimento. Então o que fiz foi o seguinte. Um dia quando fui colocá-lo para dormir de tarde, não dei a chupeta, ele tb não pediu. A noite fiz a mesma coisa, ele não chorou e nem pediu. Dormiu. No dia seguinte, fiz de novo! Deu CERTO! No terceiro dia ele chorou de noite, mas como já era o terceiro dia sem chupeta, eu não podia voltar atrás. Pronto, consolei ele, fiquei pertinho.
Ufa! Livre das chupetas, sem traumas e sem choros!
Deu certo comigo, mas não é regra!
Bjooooos


