Segundo o próprio autor, ele mesmo teria sido um ateu convicto antes de empreender os seus estudos sobre a análise psicológica de Jesus. Cury, anteriormente, acreditava que Jesus nunca existiu e que suas biografias foram invenções criadas pelos discípulos.
Augusto Cury compartilha sua inclinação em estudar a personalidade de pessoas que influenciaram a história e, por viver intrigado com a pessoa de Jesus, passou a estudá-lo através dos quatro Evangelhos, concluindo ao final que uma personalidade tão complexa assim jamais poderia ter sido inventada.
Devido ao empreendimento de suas pesquisas, Cury teria mudado o seu modo de pensar, conforme ele mesmo conta no final do último livro da coleção:
-
- (...) Eu analisei a inteligência de Cristo criticando, duvidando e investigando as quatro biografias de Jesus, os evangelhos, em várias versões. Estudei as intensões conscientes e inconscientes dos autores das suas quatro biografias. (...) O primeiro resultado é que descobri que o homem que dividiu a história não poderia ser fruto de uma ficção humana. Ele não cabe no imaginário humano. Ele andou e respirou nesta terra. (...) - O Mestre Inesquecível. 31ª ed. São Paulo: Academia da Inteligência, 2003, págs. 249 e 250
Cury também compartilha que, ao estudar sobre Jesus, teria compreendido melhor suas limitações e se sentiu contagiado por ele, acreditando mais em seus sonhos de vida.
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Análise_da_Inteligência_de_Cristo
Não maravilhoso? A palavra de Deus é viva! Mais cortante do que uma espada de dois gumes, imagina estudar a própria vida de Cristo? Saiu todo cortado!
A bíblia quando lida ou falada não volta vazia nunca! Glória a Deus!
Bjos